20/05 (QUA): Adufs realizará mobilização sem paralisação
Por falta de quórum, a Adufs não conseguiu realizar assembleia para apreciar uma paralisação proposta pelo Fórum das ADs, ainda assim a Seção Sindical se somará as demais Associações ...
Marca histórica de resistência da população baiana, o Dia da Independência da Bahia não poderá ser celebrado com mobilização por mais um ano em decorrência da pandemia. Conhecido pela grande presença popular e diversidade de movimentos que se reúnem nas vias de Salvador, o 2 de Julho se configura como um espaço simbólico de irreverência e enfrentamento com fortes críticas da população aos governos. Por meio de manifestações diversas preparadas por movimentos organizados e pela população em geral, o 2 de Julho é um termômetro das principais reivindicações que estão pautadas no momento. Neste ano, sem dúvidas, não faltariam gritos de "Fora Bolsonaro" e pedidos pela vacina, comida e auxílio emergencial.
A persistência de Portugal para se manter no domínio, apesar da proclamação da Independência do Brasil em 1822, tornava a relação insustentável com a população já massacrada por tantos anos de opressão da colônia. Sob o forte sentimento de indignação, baianos e baianas somaram-se ao exército brasileiro para expulsar definitivamente as tropas portuguesas em 02 de julho de 1823 do Estado. Foi nas ruas que estas batalhas foram travadas.
O advento da pandemia e as graves consequências da falta de uma coordenação nacional no controle da disseminação do vírus e aumento de casos, trouxeram consigo mais do que o aumento de mortes que por si só já se configura como uma enorme tragédia orquestrada pelo governo federal. A insegurança sanitária diante do total descontrole no cenário brasileiro favorece os desmandos da política genocida do governo Bolsonaro na medida em que torna impossível para diversos grupos a tomada das ruas como forma de enfrentamento.
Desde março de 2020, o medo paralisante que tomou conta da população diante de um vírus até então desconhecido, que permanece cada vez mais agressivo e letal é um aliado do Bolsonaro que conta com a apatia para continuar disseminando mentiras para se manter no poder atrás de um discurso cínico de que "não existe corrupção no governo Bolsonaro". Utilizando as redes sociais e o WhatsApp, como principais fontes de comunicação, Bolsonaro tenta manter a retórica de "nova política" enquanto por meio de discurso de ódio vocifera às minorias, às populações vulneráveis e a todo aquele que insurge contra os seus desmandos autoritários.
Diante da gravidade de denúncias recorrentes do governo envolvendo indícios de corrupção, fraudes, enriquecimento ilícito e desvio de recursos públicos, para além das práticas genocidas de estímulo a ações contra as medidas sanitárias de distanciamento social e uso de máscara, não resta outra alternativa a não ser resgatar a força histórica das ruas como forma de derrubar o governo que já está desgastado e pressionado pelos últimos grandes protestos em todo o país.
Apesar do cancelamento do cortejo histórico do 2 de Julho neste ano, a resistência de baianos e baianas voltará às ruas no dia 03 de julho para mais uma vez enfrentar forças opressoras, mas, desta vez, não estarão sozinhos/as. Em todo o país, milhões de pessoas estarão reunidas - utilizando máscaras, higienizando as mãos com álcool em gel 70% e buscando manter distanciamento - para exigir a saída imediata do presidente Bolsonaro, o vice-presidente Mourão e toda corja que junto com eles tem auxiliado o processo de ampliação da pobreza, miséria, violência, desemprego e mortes. Tal qual aqueles/as que se uniram em 1823 para enfrentar as tropas portuguesas; o povo baiano inspirado no 2 de julho, mais uma vez, mostrará sua força contra todo e qualquer tipo de opressão numa força crescente que tem as ruas como berço histórico.
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