Seminário de comunicação pretende fortalecer Central

15/12/2014

Durante os dias 12 a 14 de dezembro, aconteceu, em Saão Paulo, o 1º Seminário Nacional de Comunicação da CSP-Conlutas. O encontro visa refletir os desafios que temos enfrentado na comunicação dos trabalhadores e os que temos pela frente. O Seminário será também um momento de troca, de intercâmbio de experiências, aprendizado e elaboração. Assim como de integração dos profissionais de comunicação e dirigentes do setor para que pensemos coletivamente a comunicação da Central e suas entidades e movimentos. O evento foi direcionado para os profissionais de comunicação que atuam em entidades e movimentos da base da CSP-Conlutas e, também, para dirigentes de entidades ligadas à Central e trabalhadores de base. Entre os temas presentes na programação do Seminário constaram os desafios da comunicação hoje, a importância da linguagem, as mídias digitais e o áudio visual nas lutas.

CNV ENTREGA RELATÓRIO À DILMA SOBRE CRIMES COMETIDOS NA DITADURA
A Comissão Nacional da Verdade entregou na manhã da última quarta-feira (10), Dia Nacional dos Direitos Humanos, à presidente Dilma Rousseff, o relatório final sobre crimes e violações de direitos humanos que ocorreram no período entre 1946 a 1988, principalmente os ocorridos na ditadura civil-militar (1964-1985). Para o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Magno Carvalho, que estava presente na solenidade, o não posicionamento da presidente sobre a punição aos torturadores foi lamentável. Ainda segundo o dirigente, a CSP-Conlutas continuará lutando pela punição dos que cometeram crimes também contra os trabalhadores.

O documento entregue à presidente é dividido em três volumes constatando de 3.380 páginas, com a descrição das pesquisas e depoimentos realizados, as conclusões e recomendações que impliquem no desdobramento deste trabalho. As pesquisas realizadas pelos grupos de trabalho que compuseram a CNV duraram dois anos e sete meses, com a audição de 1.120 depoimentos, investigações em milhares de documentos no Arquivo Nacional e em arquivos estaduais. Foram constatadas 434 vítimas entre mortos, desaparecidos, além de inúmeros outros crimes documentados.

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