Participe do XVI Encontro das UEBA
Estão abertas as inscrições para o XVI Encontro das UEBA, espaço de debate, organização e fortalecimento da luta docente. Neste ano, a programação discutirá conjuntura, defesa do Estatuto do ...
Após dois dias de árduas negociações, o governo, enfim, apresentou uma proposta. Embora a expectativa de avançar na negociação para evitar um impasse tenha sido frustrada, nas duas reuniões da Mesa Setorial da segunda-feira (27), quando absolutamente nada de novo foi dito ou apresentado pelos representantes das secretarias da Educação (SEC), das Relações Institucionais (Serin) e da Administração (Saeb), uma minuta de acordo foi fechada na terça (28), após uma reunião que durou mais de cinco horas.
Devido a ameaça da deflagração da greve e ao desgaste criado pelo governo, este solicitou ao Fórum de Reitores que mediasse a negociação na tentativa de superar o impasse. Após aceitar cumprir o papel, os reitores pontuaram que “não representavam nenhuma das duas partes, mas poderiam contribuir para que o diálogo fosse retomado, compreendendo que a greve não interessava a ninguém e não seria a melhor saída para as universidades”. Então, foi apresentada uma proposta de Acordo ao Fórum das ADs que, após avaliação, definiu pela indicação da sua assinatura pelas assembleias no dia 4 de junho.
Para o Fórum das ADs, a proposta, considerando a conjuntura, representa uma conquista significativa em termos de melhoria salarial. De um lado, durante os cinco meses de negociação, as falas do governo resumiram-se na repetição do “esforço” por ele desenvolvido no sentido de superar o “limite orçamentário”. Inicialmente, manteve a incorporação da CET até março de 2014 e foi categórico em afirmar que não havia nenhuma condição de mexer no salário-base, propondo uma alteração insignificante nos Incentivos por Pós-graduação (IPG), excluindo os Especialistas e os aposentados. Depois, à medida que o Movimento Docente foi mostrando força, ele recuou e propôs um reajuste de 4% para junho de 2014.
Em um segundo momento, demonstrando sua intenção em fazer avançar a negociação, o Movimento Docente apresenta uma nova proposta, reafirmando reivindicação da incorporação integral ainda em 2013 e flexibilizando o percentual para o reajuste salarial, em 2014, de 28% para 14%. O governo simplesmente não se manifestou e manteve seu discurso, irredutível, de ser impossível melhorar sua contraproposta. As assembleias, então, deliberam pelo prazo de 3 de junho apontando concretamente a deflagração da greve como próximo passo.
Diante da iminência do enfrentamento, na terça-feira (28) o governo recuou novamente e atendeu a reivindicação da incorporação da CET em 2013, além de elevar o percentual de 4% para 7%, parcelado, sem prejuízo do reajuste linear a ser concedido em 2014.
Mais uma vez, a capacidade de luta da categoria e a firmeza na defesa da valorização do trabalho renderam frutos muito positivos. A diretoria da Adufs considera que o Termo de Acordo é uma conquista importante e indica sua aprovação a ser avaliada na assembleia do dia 4 de junho.
Estão abertas as inscrições para o XVI Encontro das UEBA, espaço de debate, organização e fortalecimento da luta docente. Neste ano, a programação discutirá conjuntura, defesa do Estatuto do ...
Na segunda-feira, dia 1º de junho, na sala do Arquivo, que fica localizada na Rua ACM, no bairro Cidade Nova, foi realizado um mutirão para identificação e classificação da massa ...
Em Assembleia realizada nesta terça-feira, 02 de junho, a Adufs aprovou a delegação para o 69° Conad. Foram eleitas(os): Como delegada a professora Valdilene e suplentes os professores Anderson ...
Em agenda realizada na manhã desta terça-feira, 2, em Salvador, o Fórum das ADs esteve na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O objetivo foi cobrar celeridade na tramitação do projeto de lei ...