Participe do XVI Encontro das UEBA
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O ato contra o pacote de maldades de Bolsonaro, realizado no dia 13, em São Paulo, convocado pelas Centrais Sindicais, serviu como ponta pé para as lutas que devem se intensificar, ainda esse ano, contra o governo. Foram distribuídos panfletos para alertar a população sobre a série de medidas que estão sendo implementadas e que atacam os direitos dos trabalhadores, para favorecer os patrões.
Paulo Barela, membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, iniciou sua fala destacando as lutas que estão acontecendo na América Latina e em outras partes do mundo. “Há um novembro de grandes mobilizações pelo mundo inteiro, que questiona o sistema capitalista e os governos burgueses, que atacam a classe trabalhadora e retira direitos para garantir a lucros aos empresários e banqueiros”, disse.
Barela reforçou a necessidade de combater esse governo com luta e nas ruas. “Nós precisamos responder nas lutas. Além disso, temos de estar nas periferias, nas fábricas, escolas, universidades e temos de chamar o povo a tomar as ruas do país, a exemplo daqueles que o fazem pelo mundo inteiro. É preciso consolidar uma frente única para lutar. Não podemos esperar 2022 para encontrar uma saída institucional. Nossa mobilização é no enfrentamento concreto contra as políticas de Bolsonaro”, concluiu.
O dirigente apontou que também no Brasil o governo de ultradireita de Bolsonaro tem retirado direitos e segue o espelho do Chile, cuja população está indo às ruas para defender direitos.
Para o dirigente, é preciso que haja um projeto alternativo de país que aponte para que classe trabalhadora controle a economia e supere a luta apenas por reivindicações imediatas e corporativas.
Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição.
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