Participe do XVI Encontro das UEBA
Estão abertas as inscrições para o XVI Encontro das UEBA, espaço de debate, organização e fortalecimento da luta docente. Neste ano, a programação discutirá conjuntura, defesa do Estatuto do ...
Um parecer técnico sobre o BRT (sigla em inglês que significa Transporte Rápido por Ônibus) de Feira de Santana foi apresentado pela arquiteta, urbanista e especialista em transporte urbano, Maria de Fátima Silva, que apontou diversas fragilidades e incoerências presentes na concepção e elaboração do projeto, na noite de terça (15), na Uefs. A Adufs, representada pelo diretor Rosevaldo Ferreira, foi uma das entidades que compuseram a mesa.
A palestrante fez um contexto histórico sobre o uso do BRT, projetado como um sistema integrado que visa oferecer transporte de massa para corredores grandes extensões, e relatou a experiência de implantação em outras cidades brasileiras e países. Conforme Fátima Silva, o BRT de Feira de Santana foi projetado com 2,5 km e outro com 4,5 km, bem abaixo da quilometragem média de obras. Goiânia, por exemplo, tem 27 quilômetros e Recife possui 18 quilômetros.
“A empresa contratada para elaborar a proposta não fez um estudo de mobilidade urbana. O levantamento do trânsito e de transporte público foram dirigidos para uma solução desejada. Do ponto de vista técnico, o projeto é uma indecência”, denunciou, acrescentando que também não foi feito tratamento nas vias do BRT e nem nas vias alimentadoras do sistema. Ainda conforme a urbanista, um outro problema é que a quantidade de pessoas a ser transportada pelo sistema é significativamente pequena, o que inviabiliza a implantação do projeto. “A demanda municipal é de dois mil passageiros por horas/sentido, enquanto a solução empregada em estações fechadas com ônibus articulado atende a oito mil”, alertou.
O alto custo para a execução do BRT também chamou a atenção da urbanista. Na palestra, informou que o valor de referência para investimento em um BRT é R$ 80 milhões. Em Feira de Santana, a intervenção custará R$ 97 milhões, financiados pela Caixa Econômica.
Para o professor e membro do Grupo de Trabalho de Mobilidade Urbana da Uefs, Rosevaldo Ferreira, além de apresentar graves problemas do ponto de vista da viabilidade técnica, o BRT de Feira de Santana traz um grande dano ambiental, sem nenhum retorno positivo para os usuários de transporte público, os moradores e o meio urbano. "A Adufs sempre participou das discussões sobre o BRT na cidade, fazendo graves críticas ao que está sendo proposto. Nos preocupamos com o papel do professor na sociedade, porque ele dá uma importante contribuição na formação de profissionais críticos e cidadãos. É importante que todos se manifestem sobre o projeto”.
A palestra realizada na terça (16) integra as atividades da XV Semana de Engenharia Civil da Uefs, organizada pelos alunos do curso.
Estão abertas as inscrições para o XVI Encontro das UEBA, espaço de debate, organização e fortalecimento da luta docente. Neste ano, a programação discutirá conjuntura, defesa do Estatuto do ...
Na segunda-feira, dia 1º de junho, na sala do Arquivo, que fica localizada na Rua ACM, no bairro Cidade Nova, foi realizado um mutirão para identificação e classificação da massa ...
Em Assembleia realizada nesta terça-feira, 02 de junho, a Adufs aprovou a delegação para o 69° Conad. Foram eleitas(os): Como delegada a professora Valdilene e suplentes os professores Anderson ...
Em agenda realizada na manhã desta terça-feira, 2, em Salvador, o Fórum das ADs esteve na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O objetivo foi cobrar celeridade na tramitação do projeto de lei ...