Participe do XVI Encontro das UEBA
Estão abertas as inscrições para o XVI Encontro das UEBA, espaço de debate, organização e fortalecimento da luta docente. Neste ano, a programação discutirá conjuntura, defesa do Estatuto do ...
Para a Coordenação Nacional da Central, “as eleições ocorrem num cenário de agravamento da instabilidade econômica em nosso país. Os ventos da crise internacional começam a se fazer sentir com mais intensidade, com reflexos na queda da produção industrial e do PIB, endividamento da população e inadimplência em elevação. Estão ocorrendo demissões, e mesmo fechamento de fábricas, em setores industriais como a laminação e ferro gusa. Na indústria automobilística também ocorrem demissões, licenças remuneradas, suspensão temporária dos contratos de trabalho (lay off) e férias coletivas. Entramos no terceiro trimestre com queda na produção industrial, o que tecnicamente já se pode considerar como recessão. A inflação segue tendo picos de alta, com elevação dos preços em setores sensíveis à população, como os alimentos, tarifas públicas e combustíveis.
Nesse sentido, rejeitamos veemente o projeto representado por Dilma, Marina e Aécio. Reafirmamos a compreensão de que nossa luta, estratégica, é por uma modificação profunda nas bases de organização da sociedade, por outro modelo econômico e social, e, para que nossa classe seja vitoriosa, precisamos conquistar essa nova sociedade, justa e igualitária, sob a base socialista. Igualmente, denunciamos outras candidaturas, com menor projeção eleitoral, mas que expressam igualmente projetos de interesse da burguesia e políticas discriminatórias frente aos setores oprimidos. Nossa compreensão é que a mudança que defendemos não será produto do resultado das urnas, qualquer que seja o(a) candidato(a) eleito(a). Isso não significa negar a importância do processo eleitoral e as expectativas que a maioria das pessoas ainda tem na democracia representativa”.
Leia a resolução completa no Boletim da CSP Conlutas
PETROLEIROS, BANCÁRIOS E METALÚRGICOS EM LUTA
No segundo semestre, algumas importantes campanhas salariais acontecem pelo país. São petroleiros, bancários e metalúrgicos que vão para cima dos patrões com greves, paralisações e mobilização por aumento salarial e melhores condições de trabalho. Nessa campanha, os trabalhadores também batem de frente com a manobra de sindicatos pelegos que tentam frear a luta nas decisões e negociações, como ocorreu com funcionários dos Correios.
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Na segunda-feira, dia 1º de junho, na sala do Arquivo, que fica localizada na Rua ACM, no bairro Cidade Nova, foi realizado um mutirão para identificação e classificação da massa ...
Em Assembleia realizada nesta terça-feira, 02 de junho, a Adufs aprovou a delegação para o 69° Conad. Foram eleitas(os): Como delegada a professora Valdilene e suplentes os professores Anderson ...
Em agenda realizada na manhã desta terça-feira, 2, em Salvador, o Fórum das ADs esteve na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O objetivo foi cobrar celeridade na tramitação do projeto de lei ...